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Crédito da imagem: © Bruno Peres/Agência Brasil

AGU solicita investigação da PF contra vídeos misóginos na internet

Vídeos que promovem violência contra mulheres viralizaram e geram apelo por punição rigorosa

Combate à violência digital

A investigação dos vídeos que promovem agressões contra mulheres reforça a necessidade de coibir conteúdos que incentivam a violência de gênero nas redes sociais. Essa medida contribui para a proteção dos direitos das mulheres, previne crimes graves e fortalece a responsabilização por manifestações que ameaçam a segurança e a dignidade feminina na esfera digital.
Brasília (DF), 27/01/2025 - Crianças com perfil aberto em redes sociais. Ian Fernandes de Alencar. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
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A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta segunda-feira (9) que acionou a Polícia Federal (PF) para investigar usuários da internet que publicaram vídeos em que fazem apologia à violência contra a mulher.

Os vídeos se espalharam nos últimos dias pelas redes sociais e mostram homens simulando chutes, facadas e socos para casos de recusa em relacionamentos, como um fora, beijos ou pedido de casamento. As publicações foram legendadas com os dizeres: “Treinando caso ela diga não”.

Segundo a AGU, os vídeos tiveram origem em quatro perfis do TikTok e já foram removidos, mas devem os responsáveis devem ser investigados por incitar crimes contra a mulher.

“A circulação sistemática de conteúdo misógino em plataformas digitais representa ameaça concreta aos direitos fundamentais das mulheres”, disse o órgão.

Os acusados podem responder pela incitação aos crimes de feminicídio, ameaça, lesão corporal e violência psicológica contra a mulher.

Confira a reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre a trend

Resumo da Notícia

A Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou à Polícia Federal um pedido para apurar a autoria de vídeos nas redes sociais que fazem apologia à violência contra mulheres. Os conteúdos, inicialmente postados em perfis do TikTok, exibem simulações de agressões como socos, chutes e facadas motivadas por rejeições amorosas, com legendas que incentivam esse comportamento. Embora as publicações tenham sido removidas, a AGU destaca a gravidade da circulação desse tipo de material, que ameaça os direitos das mulheres e pode configurar crimes como feminicídio, ameaças e violência psicológica. A ação reforça a importância de combater manifestações digitais que incitam a violência de gênero e proteger a integridade e dignidade feminina.

Resumo editorial produzido pela plataforma com apoio de inteligência artificial.

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